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Pessoas que comem ovos todos os dias correm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2.
Pessoas que comem ovos todos os dias correm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Harvard Medical School, nos EUA.
29/6/2009 - Farmacia
O EASD (European Association for Study of Diabetes) publicou estudo onde pesquisadores demonstraram evidências de associação entre o uso de insulina LANTUS e risco de câncer. O EASD, todavia, não recomenda a suspensão da medicação, nos que usam, ou restrições à prescrição, até que novos estudos sejam realizados.
O laboratório Sanofi-Aventis publicou nota criticando o estudo por amostragem pequena, o que interfere na análise estatística.
A notícia teve repercussões no jornal The Wall Street Journal, edição de 29/06 e na Bloomberg News (29/06)
A farmacêutica Sanofi-Aventis declarou que a insulina Lantus (insulina glargina) é segura, após uma nota de um analista ter levantado preocupações em relação à segurança do fármaco.
O porta-voz da Sanofi, Geoffroy Bessaud, referiu que os dados dos estudos clínicos, que abrangeram mais de 70 mil pacientes, assim como os dados de vigilância pós-comercialização, confirmam o forte perfil de segurança da Lantus.
O porta-voz sublinhou ainda que a segurança dos pacientes é a prioridade da Sanofi-Aventis e todos os produtos são monitorizados continuamente.
O analista da UBS, Gbola Amusa, escreveu numa nota de investigação que, em discussões com médicos, não foi possível confirmar qualquer risco de segurança, mas foram ouvidas algumas preocupações de segurança recorrentes, em particular que a Lantus pode promover o desenvolvimento de cancêr.
O analista acrescentou que acredita que as bases de dados estão a ser examinadas para avaliar este ou outros riscos e não descarta a publicação de resultados nas próximas semanas.
Fontes: Reuters Health
29/6/2009 - Farmacia
O EASD (European Association for Study of Diabetes) publicou estudo onde pesquisadores demonstraram evidências de associação entre o uso de insulina LANTUS e risco de câncer. O EASD, todavia, não recomenda a suspensão da medicação, nos que usam, ou restrições à prescrição, até que novos estudos sejam realizados.
O laboratório Sanofi-Aventis publicou nota criticando o estudo por amostragem pequena, o que interfere na análise estatística.
A notícia teve repercussões no jornal The Wall Street Journal, edição de 29/06 e na Bloomberg News (29/06)
A farmacêutica Sanofi-Aventis declarou que a insulina Lantus (insulina glargina) é segura, após uma nota de um analista ter levantado preocupações em relação à segurança do fármaco.
O porta-voz da Sanofi, Geoffroy Bessaud, referiu que os dados dos estudos clínicos, que abrangeram mais de 70 mil pacientes, assim como os dados de vigilância pós-comercialização, confirmam o forte perfil de segurança da Lantus.
O porta-voz sublinhou ainda que a segurança dos pacientes é a prioridade da Sanofi-Aventis e todos os produtos são monitorizados continuamente.
O analista da UBS, Gbola Amusa, escreveu numa nota de investigação que, em discussões com médicos, não foi possível confirmar qualquer risco de segurança, mas foram ouvidas algumas preocupações de segurança recorrentes, em particular que a Lantus pode promover o desenvolvimento de cancêr.
O analista acrescentou que acredita que as bases de dados estão a ser examinadas para avaliar este ou outros riscos e não descarta a publicação de resultados nas próximas semanas.
Fontes: Reuters Health
5/3/2009 - O Ribatejo
A diabetes é uma doença crónica. Contrariamente a uma ideia arreigada, as complicações dela decorrentes não se relacionam apenas com o aumento do açúcar no sangue (isto é, a glicemia elevada) mas com um conjunto de alterações como o colesterol e os trigliceridos elevados, hipertensão, obesidade, entre outras manifestações.É por estas razões que a diabetes depende de muitos factores, obrigando ao tratamento de todos, em simultâneo. Esta doença, quando não controlada, é responsável por graves complicações, como sejam a insuficiência renal, a cegueira, as doenças cardiovasculares (angina de peito, trombose, enfarte, hipertensão...), amputações (de dedos dos pés e pernas) e diminuição da sensibilidade.
Vulgarmente, considera-se que existem dois tipos principais de diabetes: a chamada "tipo 1", que é bastante comum em crianças, começando bruscamente e obrigando ao tratamento com insulina toda a vida, e a "tipo 2", que não tem sintomas durante os primeiros anos, detectando-se frequentemente como consequência do aparecimento de uma complicação, por exemplo, uma trombose, um enfarte, a necessidade de uma amputação ou cegueira. A diabetes tipo 2 abrange 90% dos diabéticos. Surge habitualmente na idade adulta, embora nos últimos anos se tenham começado a detectar crianças com este tipo de diabetes, sobretudo devido a situações de obesidade.
Os fatores que mais determinam o aparecimento desta doença são a existência de familiares com a patologia, a obesidade e a falta de actividade física. Calcula-se que exista cerca de meio milhão de diabéticos no nosso país. A sua prevenção e tratamento exigem uma educação global da população.
É possível prevenir a diabetes, mesmo em pessoas com familiares diabéticos, desde que consiga manter um peso ideal, praticar atividade física regular e um regime alimentar adequado.
O tratamento do diabético é obrigatoriamente constituído por medicamentos e um quadro de medidas preventivas. Como a diabetes tipo 2 tem um início silencioso, um dos grandes problemas que coloca relaciona-se com o diagnóstico tardio, pelo que é recomendável que todos aqueles que possuam os fatores de risco atrás enunciados vigiem periodicamente o açúcar do sangue para que se inicie rapidamente o tratamento e se possa atrasar e evitar as complicações mencionadas.
Dada a necessidade de vigilância, educação e informação do diabético (ou das pessoas em risco de o ser), há mais de 15 anos que os farmacêuticos portugueses estão a colaborar com as equipas de saúde junto dos diabéticos. Esta participação integra-se nos cuidados farmacêuticos na diabetes e contribui para a melhoria do controlo do doente e prevenção de eventuais complicações.
Nos países desenvolvidos, cerca de cinco por cento dos diabéticos têm problemas com os pés, chegando a representar 40 por cento dos recursos em cuidados de saúde. A maioria das amputações começa com uma úlcera do pé. Calcula-se que um em cada seis diabéticos desenvolva uma úlcera no pé durante a vida, e que, na maioria dos casos, estas úlceras e amputações podem ser prevenidas.
De facto, a generalidade das amputações pode ser evitada se houver um bom controlo da diabetes, uma vigilância regular e cuidados com os pés, bem como uma boa sensibilização dos doentes. O aparecimento de qualquer pequena ferida num pé obriga a uma consulta médica imediata.

por ESPN.com.br com Agência GE
Todo segundo domingo de maio as famílias se reúnem para festejar um único membro - a mãe. É dia de almoço especial e presentes, mas muitos não sabem a origem desta tradição. No Brasil, o segundo domingo de maio foi oficializado como o “Dia das Mães” com um decreto do então presidente Getúlio Vargas. Mas é na mitologia que se encontra o primeiro registro de um dia separado para homenagem das mães.
Na entrada da primavera, acontecia o festejo de Rhea, conhecida como a Mãe dos Deuses, justamente por ser a mãe da maior parte dos deuses de primeira grandeza e, claro, de Zeus. Em Roma, a deusa foi conhecida pelo nome de Cibele e os festejos a ela duravam três dias, entre 15 e 18 de maio.
No mundo, a comemoração foi registrada pela primeira vez no século XVII, na Inglaterra, onde era realizada no quarto domingo do mês de maio a Quaresma das mães, o Mothering Day. As operárias ganhavam o dia de folga para preparar para suas mães o “mothering cake”, bolo que marcava a festividade. No século XIX, a compositora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”, tentou importar a comemoração da Inglaterra para os Estados Unidos, mas foi somente em 1905 que o país aderiu à tradição.
Após a morte da mãe da americana Ana Jarvis, para aliviar o sofrimento dela, suas amigas começaram a preparar uma festa que perpetuasse a memória de sua mãe. Ana quis que a homenagem fosse extendida a todas as mães, vivas ou mortas. Sua ideia era que os laços familiares e o respeito aos pais fossem fortalecidos. A campanha para que o dia fosse instituído no calendário de datas comemorativas do estado de Virgínia Ocidental, onde Ana morava, durou três anos e a primeira celebração oficial aconteceu em 26 de abril de 1910.
Em 1914, o então presidente dos Estados unidos Woodrow Wilson estabeleceu o Dia Nacional das Mães, a ser comemorado em todo segundo domingo de maio. Em um curto espaço de tempo, mais de 40 países aderiram à data comemorativa. A americana também foi responsável pelo fato de os cravos se tornarem a simbologia dessa data. Na primeira missa em homenagem às mães, Anna enviou 500 cravos brancos para a igreja onde a celebração foi realizada. No telegrama enviado junto, ela dizia que as mães deveriam receber duas das flores, porque para Anna a brancura dos cravos simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Nos anos que se seguiram, a americana continuou enviando as flores para a igreja. Depois de algum tempo os cravos passaram a ser vendidos.
O primeiro Dia das Mães no Brasil foi realizado em Porto Alegre pela Associação Cristã de Moços, no dia 12 de maio de 1918, e só foi instituído como data comemorativa em 1932. A Igreja Católica brasileira incorporou o dia ao seu calendário oficial em 1947.
Dia das Mães no Mundo:
2º domingo de fevereiro - Noruega
1º domingo de maio - África do Sul
2º domingo de maio - Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
10 de maio - México
4º domingo da Quaresma - Inglaterra
Último domingo de maio - Suécia
2º domingo de outubro - Argentina
1º domingo de maio - Portugal
2 semanas antes do Natal - Iugoslávia
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É com grande satisfação que recebemos cada usuário deste site, desde portadores de Diabetes até profissionais ligados à área de saúde, mas lembramos que as informações aquí contidas não são indicação de tratamento, pois somente seu médico tem competência para indicar uso de medicamentos ou procedimentos
Pessoas que comem ovos todos os dias correm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Harvard Medical School, nos EUA.
Avaliando 57 mil adultos americanos, os pesquisadores descobriram que aqueles que comem ovos todos os dias apresentam de 58% a 77% maior probabilidade de desenvolver a doença, comparados com os que não ingerem esse alimento.
De acordo com os autores, os resultados não indicam que os ovos, por si mesmos, causam o diabetes; mas alertam para a importância de se limitar o consumo a, no máximo, cinco ou seis ovos por semana.
O estudo não explica as razões, porém os autores acreditam que a ingestão diária de colesterol pode cumprir um papel, pois ao controlar esse fator no estudo, a relação entre o consumo de ovos e o diabetes se enfraquecia.
Por isso, mais do que parar de comer ovos, que têm nutrientes importantes para a saúde, o importante seria controlar a ingestão de colesterol e se exercitar.
11/1/2009 - Comunidade DiabeteNet.com.br
Se há alguma coisa que você não quer na vida, pare de se preocupar com ela e para de falar nela! É a energia que você investe que a mantém viva. Retire essa energia, e o problema desaparecerá. A briga é o exemplo perfeito: se o seu companheiro voltar para casa procurando briga e você se recusar a discutir, o que acontecerá? Só restará ao companheiro brigar consigo mesmo!
Sempre que você estiver preocupado, constrangido ou simplesmente pensando em alguma coisa, as outras pessoas continuarão falando nela. Quando a gente de fato abre mão de uma coisa emocionalmente, ela se evapora. Isso leva a outro princípio: quando largamos uma coisa, ela nos larga. Ou seja: enquanto você estiver se defendendo, as pessoas o atacarão. Por quê? Porque nós só nos defendemos quando estamos inseguros quanto à nossa situação. Verdade!
Quer um exemplo? Digamos que você seja objeto de fofocas no escritório. Se começar a fazer declarações públicas afirmando a sua inocência, só estará botando lenha na fogueira. Basta não fazer caso para que tudo passe. Não estou dizendo que você não deva se defender. Não. O que quero dizer é que, enquanto protestamos e sofremos, enquanto estivermos saltando de um lado para outro, manteremos o problema vivo. Eu me lembro de ter visto passeatas de protestos nos anos 60. Perguntei ao meu pai: “Por que eles se espancam assim?”. E ele respondeu: “Porque querem a paz!”. A gente não combate a guerra. Concentra-se na paz.
Em poucas palavras: se você transformar a vida numa campanha contra o que quer que seja, as coisas que combate se expandirão. Decida do que você está a favor.
Motivacional: Limitações
A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.
Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo....”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.
Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.
Em poucas palavras: somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.
Andrew Matthews, no livro "Seja Feliz"