quarta-feira, maio 30, 2012

SOBRE O “ANENCÉFALO”. Texto de Irvênia Prada.

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          O STF - Supremo Tribunal Federal acaba de legalizar o abortamento intencional do “anencéfalo”. Dezenas de hospitais em todo o território nacional serão credenciados para cumprirem esse procedimento, com treinamento de médicos e outros profissionais da área da saúde. Tanto investimento... para se executar a morte de seres indefesos! Entramos perigosamente em uma era em que mesmo na linha de produção da vida, não se toleram imperfeições. Apresentou algum defeito? Vai para o descarte!
          Como entender o que está acontecendo? Vamos por partes!

O que se entende por anencéfalo?
          A Terminologia Anatômica Internacional (lista oficial de termos anatômicos) considera como encéfalo, a porção do sistema nervoso que se aloja dentro da cavidade craniana, sendo composta pelo tronco encefálico, cerebelo, diencéfalo e cérebro (hemisférios cerebrais). Portanto, os termos cérebro e encéfalo não são sinônimos, apesar de serem utilizados vulgarmente como tal. Considerando-se que as partículas “a” e “an” utilizadas como prefixo indicam ausência, supressão, negação, a rigor anencéfalo seria o indivíduo sem encéfalo, isto é, com a cavidade craniana totalmente oca, vazia, o que em absoluto, não é o caso desses fetos. Eles são chamados de “anencéfalos”, mas não são anencéfalos. O correto seria dizer que eles são portadores de “malformação encefálica” e por vezes, também de “malformação craniana”, quando não se completa o fechamento superior da cavidade óssea.

Como se caracteriza o encéfalo de um “anencéfalo”?
          Cada caso é um caso, mas uma coisa é certa: todo feto (chamado de) “anencéfalo” que se desenvolve de maneira organizada no útero materno, formando um corpinho com características humanas, com batimentos cardíacos e outras funções viscerais, tem preservada, pelo menos, a porção mais profunda do encéfalo, que o neurocientista Wilder Penfield nomeia de “tronco cerebral alto”, e que incluiria o tronco, o cerebelo, o diencéfalo e a base dos hemisférios cerebrais. Esse tronco cerebral alto, que todo anencéfalo tem, sustenta os mecanismos neurofuncionais da respiração, do rítmo circadiano de sono/vigília, dos batimentos cardíacos, do peristaltismo gastrointestinal, do controle de temperatura orgânica, do controle vasomotor, do controle de motoneurônios e de “gates” nas vias neurais da dor.

          O que geralmente falta é a porção mais superficial dos hemisférios cerebrais, isto é, partes maiores ou menores do córtex cerebral, que é a camada de substância cinzenta que reveste externamente os hemisférios cerebrais.

Os “anencéfalos” têm espírito?
          O conceito equivocado de que o “anencéfalo” não tem cérebro, leva muita gente do meio espírita a concluir, também equivocadamente, que “não tendo cérebro, não deve ter espírito”, o que poderia justificar a indicação do aborto. A Dra. Marlene Nobre, em artigo na Folha Espírita, no. 368, esclarece: “...os corpos para os quais poderíamos afirmar que nenhum espírito estaria destinado seriam os dos fetos teratológicos, monstruosos, que não tem nenhuma aparência humana, nem órgãos em funcionamento”. Portanto, este não é o caso dos “anencéfalos”. A questão 356 b de O Livro dos Espíritos também é bastante elucidativa. Pergunta-se: “Toda criança que sobrevive tem necessariamente, um espírito encarnado?” Resposta : “Que seria ela, sem o espírito? Não seria um ser humano”.

          Como nos esclarece a literatura espírita, a ligação da consciência com o corpo físico se faz com a implicação de estruturas integrantes do tronco cerebral alto, que todo “anencéfalo” tem (inclusive a glândula pineal), conforme se lê nas obras de André Luiz “Evolução em Dois Mundos”, capítulos IX e XIII, “Entre a Terra e o Céu”, capítulo XX e Missionários da Luz, capítulo 2.

          É importante que se tenha em mente: todo feto que se desenvolve no útero materno, formando um corpinho com características humanas, com batimentos cardíacos e outras funções viscerais, mesmo sendo portador de malformação encefálica, é um espírito reencarnante na vigência de difícil prova, necessitando mais do que nunca, da misericórdia e do amor de todos nós.

Os “anencéfalos” podem sobreviver?
          Segundo a Sociedade Brasileira de Genética Médica, em mais de 50% dos casos, a morte do feto se dá ainda durante a gestação. Alguns vivem por horas, semanas, meses ou alguns anos, após o nascimento. Existem na mídia, relatos emocionantes de vários casos de “anencéfalos” que vivem por períodos mais dilatados, cercados pelo amor dos pais e outros familiares e assim vão vencendo as suas dificuldades reencarnatórias.

          Especialmente para nós, que nos dizemos espíritas, o tempo de vida que se supõe para uma criança, não pode representar critério para se decidir quem deve viver e quem deve morrer. Por vezes uma curta gestação é o tempo de que o espírito precisa para se recompor de algum problema em seu perispírito. Além do mais, não fomos nós que criamos a vida, nem sequer a dos nossos próprios filhos. Ela é um bem outorgado. Cada novo ser que se forma a partir da célula ovo (zigoto) é único no universo e a sua vida não pertence à família, ao estado, ao médico e nem aos ministros do STF, mas somente a ele mesmo e Àquele que o criou.

A mãe que gesta um “anencéfalo” corre riscos em sua saúde ?
          Estudos realizados na Universidade Federal de São Paulo indicam que metade das mulheres com gestação de “anencéfalos” apresenta variações no líquido amniótico. Como esses fetos de modo geral têm dificuldades de deglutir esse líquido, ele se acumula em quantidade maior na bolsa amniótica. Os cuidados médicos são portanto necessários, como em qualquer gestação, pois são muitas as situações, além desta de que estamos tratando, em que os riscos para as mães, podem ser maiores.

Pode haver conseqüências negativas para a mãe que aborta?
          O Dr. Gilson Luis Roberto, presidente da Associação Medico-Espírita do Rio Grande do Sul, autor de um dos capítulos do livro “A Vida do Anencéfalo. Aspectos científicos, religiosos e jurídicos” (AME – BR, 2009)”, chama a atenção para o fato de que hoje há muitas pesquisas indicando o pulso inconsciente do chamado “luto incluso”, ou seja, de um luto que não foi efetivamente vivenciado, uma vez que o feto abortado não é sepultado, pois ele é incinerado juntamente com outros “resíduos hospitalares”. Esse luto que foi negado permanece no sub-consciente da mãe gerando, a médio prazo, perturbações mentais alicerçadas no sentimento de culpa, no remorso e, como sabemos, nos processos obsessivos que normalmente aí se instalam. Nenhum de nós, continua o Dr. Gilson, que defende a vida do feto, está alheio ao sofrimento da mãe e da família. Mas, o aborto intencional está longe de ser a solução. É imperativo o amparo estatal e a fraternidade de familiares e amigos no cuidado de ambos, mãe e filho, pois mais do que ninguém, nós espíritas sabemos da necessidade dos reajustes reencarnatórios e do aprendizado de novas lições, que atinge a todos nós. O que dizem os favoráveis ao abortamento Mesmo em se considerando apenas aspectos científicos no caso dos “anencéfalos”, muitas são as opiniões equivocadas que circulam pela mídia – “esse feto sem cérebro não tem condições de viver”; “já é um feto morto”; “é um computador sem processador”; “a mãe carrega em seu útero um cadáver”... Infelizmente, também não encontram fundamento algum dentro da Neurociência e da Psiquiatria, segundo meu entendimento, os textos correspondentes aos votos dos oito ministros do STF que se pronunciaram favoravelmente ao abortamento intencional do “anencéfalo”, conforme matéria da Folha de São Paulo – C1, de 13 de abril/12: “O feto anencéfalo é incompatível com a vida” (Ministro Marco Aurélio Mello – relator); ”Não há interesse em se tutelar uma vida que não vai se desenvolver socialmente” (Ministra Rosa Weber); “O feto anencéfalo não tem viabilidade de desenvolver uma vida extrauterina” (Ministra Cármen Lúcia); “O feto anencéfalo não está vivo e sua morte não decorre de práticas abortivas” (Ministro Celso de Mello); “O aborto neste caso, zela pela saúde psíquica da mulher” (Ministro Gilmar Mendes). Pelo contrário, senhores ministros, tudo o que hoje sabemos dos “anencéfalos” somente vem a favor de uma firme postura contra seu abortamento intencional e sua eventual disponibilidade como doadores de órgãos. Como nós, ele também são seres humanos e merecem todo o nosso respeito, até porque se encontram fragilizados e precisam de amor, de muito amor, e não de uma sentença de morte.

          Como é difícil convencer os abortistas, mesmo através de argumentos apenas “científicos”, uma vez que por premissa eles se mostram refratários a posturas religiosas. A Dra. Marlene Nobre – presidente da AME (Associação Medico-Espírita) do Brasil e eu estivemos presentes em uma audiência pública em que se discutiu a questão do abortamento do “anencéfalo”, no STF em Brasília, em setembro de 2008 e lá tivemos oportunidade de expor aos senhores ministros e aos participantes, todos os argumentos possíveis, em favor da vida desses pequenos seres indefesos. Quando nos retirávamos do recinto, uma pessoa da mídia nos abordou, elogiou nosso esforço, mas nos alertou para o fato já conhecido, de que na cabeça petrificada “deles” não entraria mais nada... e foi o que aconteceu!

Preocupações que surgem
          A decisão favorável do STF pela interrupção da gestação de “anencéfalos”, com o tempo pode se ampliar para outros casos, pois existem várias anomalias congênitas graves, como a agenesia renal bilateral (ausência de formação dos rins), a holoprosencefalia (ausência de formação do lobo frontal do cérebro) e malformações cardíacas e cerebrais múltiplas, alem de aberrações cromossômicas. Quem vai conseguir limitar o grau de abertura dessa lamentável decisão?

Concluindo...
          Dos dez ministros do STF que votaram em relação ao abortamento do “anencéfalo”, houve apenas dois votos contrários, o do Ministro Ricardo Lewandowski e o do Ministro Cézar Peluso. O primeiro alegou razões de ordem, referindo que a decisão do assunto não cabia ao STF, mas sim ao Congresso Nacional, enquanto o segundo votou pelo mérito da questão, declarando: “O feto anencéfalo está vivo. Assim, a interrupção da gestação é crime tipificado como aborto”. Parabéns, Senhor Ministro, por ter apreendido o verdadeiro sentido da questão e por ter tido, solitário, coragem de respeitar a vida cumprindo assim, com dignidade, o papel que lhe foi outorgado, de executor da verdadeira justiça.

          Sou atuante nos movimentos de defesa e proteção dos animais e tantas vezes me peguei entristecida pela maneira como eles são (mal) tratados por seres humanos insensíveis.

          Agora, pergunto como qualificar esse sentimento que me invade, frente à “coisificação” de um pequenino ser humano completamente fragilizado e indefeso, em formação dentro do útero de sua mãe! “Coisa” que se resolve descartar porque incomoda, fere a “dignidade da mulher”, como postulam os defensores do aborto. Aliás, eles não gostam que se chame o procedimento que recomendam, de “aborto”, mas sim de “antecipação do parto”! Como bem referiu Lenise Garcia, do “Movimento Brasil sem Aborto”, “Já temos um problema concreto: a criança nasce viva, mas está juridicamente morta, segundo o STF. Ela vai ter certidão de nascimento ou de morte?”

          A Madre Tereza (de Calcutá) tinha razão ao dizer: - “O aborto provocado é uma das minhas maiores cruzes; é a barbárie contra a paz do mundo, porque se uma mãe é capaz de matar o seu filho, o que pode evitar que nos matemos uns aos outros?”


Irvênia Prada é médica veterinária, Professora Titular Emérita (aposentada) da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, com especialização em Neuroanatomia. Membro da Associação Medico-Espírita do Brasil, atuante na divulgação da Doutrina Espírita.

segunda-feira, janeiro 16, 2012


Ômega 3 na gravidez garante bebê inteligente

Além de fazer bem para a criança, ele reduz as chances de depressão pós-parto


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foto: Divulgação
Mulher grávida
Opte sempre pelas frutas na  hora do lanchinho

Cristiana Euclydes

ceuclydes@redegazeta.com.br

Descobriu que está grávida? Depois da felicidade da notícia, é hora de ficar vigilante na alimentação e no peso. Um bom cardápio nessa fase ajuda a espantar o enjoo matinal, azia, prisão de ventre e a manter a forma ideal. Além disso, uma dieta balanceada também contribui para o desenvolvimento saudável do bebê.

Na lista dos alimentos que devem entrar na dieta da futura mamãe estão grãos integrais, derivados do leite, proteínas, vegetais e frutas. Eles devem estar incluídos em algumas das seis refeições diárias da gestante.

O ômega 3 - presente no azeite de oliva e em peixes de água fria, como salmão, atum e sardinha - também precisa ser incluído na dieta. De acordo com a nutricionista Letícia Matrak, pesquisas apontam que o ômega 3 consumido na gestação aumenta de 20% a 30% o QI da criança. Para as gestantes, ele reduz as chances de depressão pós-parto, que ocorre em cerca de 30% das mulheres.

A quantidade diária necessária está presente ainda em um sanduíche de atum ou em uma porção de salmão. Mas também pode ser suplementado com barras de cereais enriquecidas ou  cápsulas de óleo de peixe, e algumas vitaminas pré-natais.

Passe longe

As gestantes precisam tirar da lista frituras e alimentos gordurosos. Elas demoram muito tempo para serem digeridas, podendo provocar azia. Biscoitos, salgadinhos, refrigerantes e os demais industrializados também devem ser evitados, bem como balas, doces e o excesso de açúcar.

A cafeína é outro item que pode trazer problemas. E bebidas alcoólicas, nem pensar. Para beber, prefira sucos naturais, e água deve ser ingerida constantemente, cerca de 8 vezes ao dia, entre as refeições. Isso ajuda a diminuir a constipação intestinal, mais comum no final da gravidez.  

Para além da alimentação, as futuras mamães não podem se esquecer da prática de atividades físicas, como hidroginástica e ioga. Elas são leves e não possuem grande impacto, além de contribuírem para relaxar a mente.

Elimine a gordura e espante a náusea

No primeiro trimestre de gestação é comum o aparecimento de náuseas. Pela manhã é mais comum, podendo ocorrer em qualquer horário do dia. Para diminuir a sensação, faça pequenas e frequentes refeições, com alimentos que contenham baixo teor de gorduras, pois são mais fáceis de digerir.
Cuide-se
O que comer. Grávidas não precisam comer em dobro. O mais importante é saber o que comer, pois o corpo precisa de alimentos nutritivos para manter a gestante saudável, ganhar a quantidade desejada de peso e fornecer nutrientes que seu bebê necessite para crescer e desenvolver de maneira adequada

Alimentos ricos em ácido fólico. Eles ajudam na formação de células brancas e vermelhas do sangue e auxiliam na formação do material genético de cada célula, o que reduz o risco de defeitos congênitos na criança. Alimentos ricos em ácido fólico: hortaliças de folhas verde-escuro, como espinafre, brócolis e couve; leguminosas; frutas cítricas e suco de laranja; germe de trigo, nozes e pães integrais

Ferro. O bebê necessita armazenar o ferro durante os nove meses da gestação para prevenir a anemia durante os primeiros seis meses de vida.  Alimentos ricos em ferro: carne vermelha, fígado de boi, fígado de galinha, feijão manteiga ou mulatinho, gema de ovo, rim bovino,  ameixa seca, aveia, brócolis, couve, entre outros

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Joaninha vence Copa Brasil de Motocross Estilo Livre e conquista tetracampeonato

Piloto trouxe uma novidade para a sua apresentação no evento deste ano

GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro



Joaninha no pódio, acompanhado por Marcelo Simões, segundo lugar, e Derek Burlew, terceiro

A trilha sonora deste domingo de carnaval não foi o samba. Ao som de uma música sertaneja, Gilmar Flores, o Joaninha, conquistou novamente a Copa Brasil de Motocross Estilo Livre.

Mesmo com todo o calor do Rio de Janeiro, o público compareceu em grande quantidade e vibrou com as manobras radicais dos competidores. O evento disputado na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, é a competição mais importante da modalidade no país. Entre os pilotos estiveram os maiores nomes do esporte nacional, além de dois estrangeiros convidados.

Seis pilotos se apresentaram na final da Copa Brasil de Motocross Estilo Livre em duas voltas, valendo a melhor delas. O evento trouxe uma mudança no regulamento em 2010, o Double Up: depois de 1m40s de apresentação, uma buzina indicará que é hora de o competidor arriscar tudo e tentar uma supermanobra para ganhar pontuação dobrada.


Com a aumento da duração das baterias, os pilotos podem dar até dez saltos, antes eles conseguiam dar oito. A disputa não é pelo menor tempo, mas sim pelos melhores saltos, que vão de 25m a 30m de distância e as manobras mais ousadas, realizadas a cerca de 10m de altura.

Na primeira etapa, o tricampeão Joaninha, último a se apresentar, marcou 200 pontos. O americano Derek Burlew fez 167 e Marcelo Simões marcou 161. Em quarto lugar ficou o criador da manobra 'créu', Jeff Campacci, com 131 pontos. Ele se acidentou durante a prova, mas não ficou machucado e continuou a competir. Gian Bergamini fez 127 e seu irmão, Paô Bergamini, marcou 119 pontos.

Joaninha conseguiu obter a pontuação máxima também durante a segunda bateria de manobras e se tornou tetracampeão da modalidade com 200 pontos na classificação final. Marcelo Simões foi o segundo colocado, consquistando 169 pontos. Derek Burlew ficou em terceiro com 167 e Jeff Campacci conseguiu o quarto lugar ao marcar 148 pontos. Gian e Paô Bergamini foram quinto e sexto colocados, com 137 e 119 pontos, respectivamente.

Gilmar Flores, o Joaninha, exibiu um verdadeiro show de manobras, com destaque para a variação de Backflips, um duplo giro de 360 graus no ar sobre a vertical da moto. O atleta foi campeão pela quarta vez consecutiva e se manteve invicto na Copa Brasil de Motocross Estilo Livre.

A apresentação foi considerada a melhor já feita pelo piloto matogrossense, que deciciu homenagear seu estado e exibiu suas manobras ao som de uma música sertaneja exaltando as belezas naturais do Mato Grosso.

Destaque da Copa Brasil de Motocross estilo livre dribla medo de altura com fé

Tatá Mello chama a atenção com desenhos de Jesus Cristo em sua moto

Simone Evangelista Rio de Janeiro

Quando o assunto é motocross, as primeiras referências costumam ser sobre pilotos totalmente destemidos, que não hesitam em desafiar as leis da gravidade em busca de manobras radicais. Um competidor, porém, chama a atenção na Copa Brasil de Motocross estilo livre. Ao invés de caveiras e outros símbolos associados ao esporte, Octávio Mello, o Tatá, tem uma imagem de Jesus Cristo em sua moto. Além de ser muito religioso, ele tem outra explicação para a escolha.

- Eu tenho medo de altura, e nada melhor do que ter Ele ao meu lado para me proteger.

Alexandre Durão/Globo Esporte

Tatá e Gabriella, sua esposa: evangélicos, eles fazem orações antes de cada apresentação

Parece difícil acreditar que um dos destaques do motocross estilo livre do país treme ao pensar em entrar em uma roda-gigante ou montanha-russa. Tatá dispensa programas como esses, mas garante que não pensa no medo quando está sobre duas rodas.

- É complicado, não dá para explicar. Competir no motocross é outra coisa. Uma questão de técnica, eu acho. Eu me sinto diferente - afirmou.

Ampliar FotoAlexandre Durão/GLOBOESPORTE.COMAlexandre Durão/GLOBOESPORTE.COM

Detalhe da moto cristã de Tatá Mello

Neste domingo, o piloto se prepara para voltar a dar saltos entre 25m a 30m de distância na Barra da Tijuca. Nada que abale sua confiança ou a da esposa Gabriella, que faz questão de acompanhar o marido e ainda treina meninas para competirem na motovelocidade.

- Somos evangélicos, temos muita fé. Eu só fico nervosa quando vejo que ele está nervoso - explicou a bela.

A decisão da Copa Brasil de Motocross estilo livre, que faz parte da programação do Verão Espetacular, será transmitida ao vivo dentro do Esporte Espetacular.

sábado, dezembro 18, 2010

Noticias


Nutrição & Diabetes : Especial festas, eventos, jantares e confraternizações em Dezembro


17/12/2010 - Diabetes

Pode ser que você seja daqueles que considera que há apenas duas escolhas no mês de dezembro: sucumbir às múltiplas tentações das festas e ganhar uns quilinhos ou fugir de todas elas e manter a silhueta em ordem. Seja qual for a sua escolha, é bom saber que existe uma terceira trilha. É possível frequentar as festas, coquetéis, confraternizações e chegar a janeiro com o peso - e a glicemia - ainda sob controle.

A nutricionista Mariana Del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso), garante que, planejando com antecedência, é permitido aproveitar o que o fim de ano tem de bom sem prejuízos. "Dependendo do evento a que a pessoa vá, é recomendável fazer um lanchinho antes", diz Mariana.

Se o evento em questão acontecer logo após o trabalho, o melhor é esquecer o lanchinho, porque optar pelos dois representaria um aporte muito grande de calorias. Assim, um coquetel no final do dia pode ser encarado como o lanche da tarde. Sem exagerar, é permitido consumir alguns canapés, por exemplo, de preferência aqueles mais "magros", e até uma taça de bebida alcoólica, após a ingestão de algum alimento. Ao chegar em casa, o melhor é optar por um jantar leve, com verduras e legumes e pouca gordura.

Se o coquetel for marcado para um horário um pouco mais tarde, o negócio é se prevenir, tomando uma sopa leve antes de sair. No caso de um jantar de comemoração, a opção pelo lanche da tarde deve ser mantida e a escolha deve recair sobre uma fruta.

"Nos jantares, que costumam ter pratos calóricos, a receita é equilibrar evitando consumir tira-gostos e entrada, bebendo água no lugar de suco de frutas ou, se houver consumo de bebida alcoólica, dispensar a sobremesa", ensina a especialista.

Mariana ensina ainda que nos dias em que não houver comemorações, o melhor é manter uma alimentação saudável e equilibrada e cortar durante todo o mês o consumo de frituras, doces, massas, achocolatados e pães. "Uma forma garantida de conseguir isso é não comprar durante o mês esse tipo de produtos para levar para casa", diz a nutricionista.


Fonte : " Diabetes Nós Cuidamos "



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Noticias


Trata-se da primeira terapia com transfusão de células animais a humanos


17/12/2010 - ORB

O primeiro tratamento com transfusão de células animais a humanos (xenotransplante) acaba de ser aprovado para venda na Rússia. Ele deve combater o diabetes tipo 1 e foi desenvolvido pela empresa neozelandesa Living Cell Technologies, reportou nesta sexta-feira a revista New Scientist.

Trata-se de uma injeção de insulina de porco revestida em algas. De acordo com o fabricante, a capa de algas deve evitar uma reação do sistema imunológico do receptor à insulina animal.

Em testes na Rússia, em 2007, oito pessoas receberam a injeção de insulina de porco, enquanto continuavam a se tratar com a substância tradicional. Depois de um ano, seis delas conseguiram reduzir as doses; destas, duas interromperam completamento o tratamento por oito meses. Uma, contudo, não reagiu ao teste.

A diabetes tipo 1 causa deficiência de insulina no organismo, um hormônio que é essencial para controlar os níveis de açúcar no sangue. Estima-se que existam dez milhões de diabéticos no Brasil.





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sexta-feira, dezembro 17, 2010

Plantão Jurídico


Diabetes e Imposto de Renda


30/10/2008 - Portal Diabetes

Dentre as disposições legais que regem a declaração e o pagamento do imposto de renda existe uma norma estabelecendo uma lista de doenças cujos portadores gozam de isenção. Apesar de não incluir o diabetes, essa relação abrange algumas das complicações que lhe são comuns, tais como nefropatia e cardiopatia graves, além de cegueira. No entanto, há um projeto de lei em andamento que objetiva a inclusão do diabetes nessa lista, mas que para ser aprovado precisa percorrer todo o caminho de criação de uma norma, até ser publicada no Diário Oficial.

Isso significa que atualmente o paciente com diabetes que também seja portador de umas dessas referidas complicações pode requerer a isenção do imposto relativamente aos rendimentos de pensão (aí incluída a complementação recebida de entidade privada ou decorrente de pensão alimentícia) e quando em gozo de benefícios da Previdência Social (INSS), tenham eles caráter definitivo, tais como a aposentadoria ou a pensão por morte, ou temporário, como na aposentadoria por invalidez (sujeita a revisão por perícia médica a cada 2 anos), auxílio-doença e auxílio-acidente. Outros rendimentos não são isentos.

As isenções são requeridas diretamente à Receita Federal e devem estar acompanhadas da efetiva comprovação das enfermidades para sua aprovação. Caso o paciente não concorde com eventual negativa por parte da Receita, poderá discutir judicialmente desde que, repita-se, presentes as condições acima expostas.

Conforme mencionado, e pelo menos enquanto não houver a modificação na lei, o fato do cidadão ser portador de diabetes, tipo I ou II, insulinizado ou não, não lhe garante qualquer tipo de isenção de imposto sobre a renda. Mesmo assim, as despesas com consultas médicas e planos de saúde podem ser abatidas do imposto de renda, assim como acontece a qualquer cidadão que necessita de cuidados médicos, desde que tais valores estejam dentro do limite máximo fixado pela própria Receita Federal a cada ano.

Adriana Daidone
Daidone & Tavares Advogadas Associadas

ENERGIAS POSITIVAS

Diz a famosa parábola: “Me digas com quem andas, que te digo quem tu és”. Nunca uma frase foi tão atual, mesmo com mais de 2.000 anos de existência. Criar em volta de si uma atmosfera positiva, com pessoas voltadas às energias positivas do universo, é o caminho mais curto para quem busca a satisfação plena, tanto no plano profissional como no pessoal. Estar cercado de energias e pessoas positivas é como criar uma proteção muito forte contra as oscilações e as surpresas que a vida nos reserva. A energia positiva do homem é tão poderosa que contraria e quebra uma lógica da física: mentes carregadas positivamente atraem mentes positivas.

Pratique isso em sua vida e construa um mundo bem melhor para as próximas gerações.